Política – Escrevergay https://escrevergay.com Pruralidade, diversidade e inclusão LGTBIQ+ Tue, 21 Jul 2020 21:11:40 +0000 es hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.2 https://escrevergay.com/wp-content/uploads/2020/06/cropped-Escre6-1-32x32.jpg Política – Escrevergay https://escrevergay.com 32 32 Como era a comunidade gay durante a ditadura no Brasil? https://escrevergay.com/como-era-a-comunidade-gay-durante-a-ditadura-no-brasil/ https://escrevergay.com/como-era-a-comunidade-gay-durante-a-ditadura-no-brasil/#respond Tue, 21 Jul 2020 21:11:40 +0000 https://escrevergay.com/?p=107 Ser gay sob uma ditadura militar A homossexualidade está presente no Brasil desde antes da colonização. homossexualidade como de costume e natural. Com o passar do tempo, a chegada dos europeus, as mudanças e a evolução das sociedades, fizeram dele um ato antinatural e imoral devido às crenças religiosas. Mas graças aos movimentos de comunidades …

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Ser gay sob uma ditadura militar

A homossexualidade está presente no Brasil desde antes da colonização. homossexualidade como de costume e natural.

Com o passar do tempo, a chegada dos europeus, as mudanças e a evolução das sociedades, fizeram dele um ato antinatural e imoral devido às crenças religiosas.

Mas graças aos movimentos de comunidades como LGBT, eles fizeram muitos avanços na descriminalização de atos homossexuais, casamentos igualitários, e a criminalização da homofobia, entre outros.

Na ditadura estabelecida em 1964

Também chamada ditadura militar ou Quinta República do Brasil, foi um período de muita repressão, principalmente entre os anos de 1969 e 1973. Pessoas que eram contra o governo eram torturadas, e de formas específicas se fossem homossexuais.

A perseguição e a discriminação eram maiores e crescentes, e isto foi justamente quando o moderno movimento de libertação LGBT estava surgindo na Europa e nos Estados Unidos.

Os únicos momentos de libertação foram durante os carnavais que continuaram a ser celebrados por causa de sua alta atração de turistas internacionais.

No final da década de 1970, apesar da ditadura, grupos intelectuais LGBT surgiram e publicaram uma revista chamada “O Lampião da Esquina” é espanhol para “The Corner Light”, alcançando ser o primeiro de seu tipo em todo o país.

No início dos anos 80 surgiram outros grupos LGBT, como o “Grupo Gay da Bahia” e o grupo “Somos”, que desempenharam um papel importante na luta contra a AIDS e contra os preconceitos de promiscuidade e homofobia que surgiram com a doença.

Durante esta mesma década, surgiram certos conflitos, ativistas lésbicas foram desviadas para os movimentos feministas e outros conflitos na esfera política dentro do movimento por grupos de esquerda, já que boa parte delas considerava a homossexualidade imoral e antinatural.

Deve-se notar que para os grupos de esquerda, a homossexualidade era uma vergonha porque era considerada um comportamento não natural, e havia até mesmo crenças que diziam que os homossexuais ou aqueles com tendência à autodeterminação de gênero eram destruidores capitalistas da paz.

dictadura

Após a ditadura militar

Após a ditadura, os movimentos realizaram conferências com o objetivo de instruir, educar e promover a aceitação da diversidade sexual, como a 17ª Conferência Internacional da Associação Internacional de Gays e Lésbicas, realizada no Rio de Janeiro em 1995.

Neste mesmo ano, a deputada Marta Suplicy propôs o projeto de lei da união civil para pessoas do mesmo sexo. Então, em 14 de maio de 2013, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalmente aprovado em todo o país pelo Judiciário brasileiro.

Também vários anos após a ditadura, a partir de 1997, as marchas anuais começaram a ser realizadas em apoio à diversidade sexual, ideologia de gênero e orientação sexual, pela luta pelos direitos e pela igualdade social.

Ao longo dos anos estas marchas se tornaram as maiores da América Latina, a marcha de São Paulo é considerada uma das maiores do mundo, tornando-se a segunda maior do mundo após a marcha do orgulho gay em Nova York.

A marcha de São Paulo é considerada a primeira marcha do orgulho gay com o maior comparecimento no continente latino-americano.

Ela reúne milhares de visitantes, que viajam exclusivamente para participar dessas marchas pela liberdade de autodeterminação de gênero e pela proteção da comunidade gay.

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Homossexualidade no Brasil https://escrevergay.com/homossexualidade-no-brasil/ https://escrevergay.com/homossexualidade-no-brasil/#respond Sat, 20 Jun 2020 15:21:56 +0000 https://escrevergay.com/?p=15 O Brasil tem uma das legislações mais progressistas em relação à homossexualidade no mundo. É um segredo aberto que a maioria dos homossexuais brasileiros deseja permanecer anônimo e não tem suas famílias sobre seus relacionamentos. Este artigo vai explicar porque o casamento gay é permitido e outras questões relacionadas à homossexualidade. Casamento Igual O casamento …

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O Brasil tem uma das legislações mais progressistas em relação à homossexualidade no mundo. É um segredo aberto que a maioria dos homossexuais brasileiros deseja permanecer anônimo e não tem suas famílias sobre seus relacionamentos. Este artigo vai explicar porque o casamento gay é permitido e outras questões relacionadas à homossexualidade.

Casamento Igual

O casamento gay não é realmente reconhecido no Brasil. Um casal gay pode formar uma união civil. Existem países que permitem o casamento de casais homossexuais, mas apenas dois homens ou duas mulheres podem se casar legalmente no Brasil.

O primeiro passo para o direito dos homossexuais no Brasil foi dado em 1993. Em reunião com grupos feministas, o governo promulgou algumas leis para proteger os homossexuais contra a discriminação e o assédio. Durante esse período de tempo, a homossexualidade foi referida como um distúrbio psicológico, que foi alterado para “orientação sexual”.

O governo também começou a investigar os direitos dos homossexuais ao casamento e à adoção. Os programas financiados pelo governo apoiam os direitos dos homossexuais e os protegem da discriminação. Alguns estados e cidades foram multados por discriminação com base na orientação sexual.

A liberdade de religião é mantida no Brasil, embora a homossexualidade seja vista como um desvio cultural. Os homossexuais podem viver abertamente nas ruas, mas locais públicos e de trabalho devem proibi-los de serem abertamente gays. É ilegal que homossexuais sejam trabalhados abertamente em um local público, como hotéis, restaurantes e bares.

A homossexualidade também é proibida nas escolas, pois interfere na vida social das crianças. Os professores estão proibidos de desencorajar as crianças de participar de atividades associadas à homossexualidade. Nas escolas, os alunos homossexuais devem usar o uniforme e abster-se de namorar um com o outro.

É ilegal para qualquer cidadão entrar em um casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas não é considerado tabu estarem juntos em uma residência particular. O Brasil foi o primeiro país do mundo a permitir casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Esses casamentos devem ser solenizados por um pastor, a menos que uma lei estadual permita que casais homossexuais realizem uma cerimônia civil.

É legal para uma pessoa do sexo oposto segurar a mão na saudação. Para se casar no Brasil, um casal homossexual deve apresentar uma declaração juramentada de que é homossexual. A homossexualidade é vista como uma doença mental e, portanto, não há motivo para proibir os homossexuais de praticarem sua identidade. A comunidade gay não recebe nenhum direito ou privilégio especial.

cultura

Protesto social pelos direitos dos LGBTIQ

O Brasil é o único país do mundo que torna ilegais as manifestações públicas de homossexualidade. O código penal permite que uma pessoa seja presa por um número indeterminado de anos. As pessoas que estão na prisão por homossexualidade recebem uma pena de cinco anos.

A homossexualidade não é a fonte da pobreza no Brasil. O brasileiro médio ganha US$260 por mês.

Os brasileiros não têm o direito de se definir como homossexuais. A decisão cabe ao país. No Brasil, a homossexualidade é considerada um estilo de vida.

A aceitação dos homossexuais na sociedade brasileira é uma conquista histórica. O Brasil tem estado na vanguarda da aceitação dos LGBT.

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Que organizações LGBTIQ existem? https://escrevergay.com/que-organizacoes-lgbtiq-existem/ https://escrevergay.com/que-organizacoes-lgbtiq-existem/#respond Thu, 21 May 2020 15:40:13 +0000 https://escrevergay.com/?p=52 Organizações que representam a comunidade LGBT Com o passar do tempo, as organizações LGBT têm vindo a crescer, tornando-se cada vez mais estabelecidas. Para a América Latina, existem vários países com organizações bem estabelecidas, que se dedicam à defesa e protecção dos direitos e posicionamento social das comunidades LGBT. Por outro lado, grandes empresas com …

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Organizações que representam a comunidade LGBT

Com o passar do tempo, as organizações LGBT têm vindo a crescer, tornando-se cada vez mais estabelecidas.

Para a América Latina, existem vários países com organizações bem estabelecidas, que se dedicam à defesa e protecção dos direitos e posicionamento social das comunidades LGBT.

Por outro lado, grandes empresas com fins lucrativos assumiram a tarefa de realizar estudos de mercado sobre estas comunidades, com o objectivo de descobrir as necessidades e os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

Estas organizações e empresas podem contribuir activamente para melhorar a qualidade de vida destes grupos, para além de os protegerem de anos de abuso e perseguição pela sociedade e de valores fundamentalistas estabelecidos.

Dado o facto de existirem demasiadas associações homossexuais variadas e de base ampla, apenas algumas de certos países da América Latina podem ser mencionadas.

Note-se que existem demasiadas organizações, centradas em diferentes actividades, desde a arte ao desporto, que incluem as comunidades LGBT como uma prioridade.

Algumas organizações LGBT por país

Estas são algumas das organizações homossexuais estabelecidas na América Latina.
Na Argentina podemos encontrar:

Este é um país conhecido por empregar políticas pró-gay, muitas das quais foram tomadas como referência para a criação de políticas sobre o mesmo assunto em países do primeiro mundo.

Acrónimo, é outra organização. É uma organização sem fins lucrativos, dedicada à luta contra a homofobia, utilizando ferramentas de integração com carácter científico, em torno da homossexualidade.

A organização procura promover o respeito pela diversidade e a livre orientação sexual, defendendo a aplicação igualitária dos direitos humanos para todos, estimulando o desenvolvimento correcto dos jovens e a sua saúde em geral, especialmente face ao VIH e a outras doenças sexualmente transmissíveis.

A organização é totalmente auto-suficiente e fornece múltiplos tipos de serviços à comunidade em geral.

organizacion

La tola, o grupo sem fins lucrativos.

É outra organização sem fins lucrativos, dedicada ao cuidado de mulheres lésbicas e bissexuais, com a intenção de as integrar activamente na comunidade, comportando-se como um centro comunitário.

O seu principal objectivo é fazer parte da sua comunidade, trabalhando em conjunto para mudar a cultura prejudicial que tenta deslocar socialmente as mulheres de orientação sexual diferente, tais como lésbicas e bissexuais.

No Chile podemos encontrar várias organizações

Este país tem tido várias organizações activas que tentam proteger a comunidade gay e transgénero, tendo fortes confrontos de grupos conservadores e religiosos.
Quebrar o Silêncio

Esta é uma organização feminista inclusiva criada para proteger e apoiar as mulheres lésbicas e bissexuais, com o objectivo geral de melhorar a visibilidade das exigências feitas por esta comunidade aos organismos governamentais.

Especificamente, lutam pela inclusão social e legal das mulheres lésbicas e bissexuais em todos os níveis sociais do país, incluindo o sector laboral.

MOVILH, é outro dos mais reconhecidos pelo seu trabalho

Chamado Movimento de Integração e Libertação Homossexual, é uma organização que se concentra na defesa dos direitos humanos e civis, em conjunto com as liberdades dos grupos LGBT.

Esta fundação, criada em 1991, está também num esforço constante para comunicar aos meios de comunicação social a violência sofrida pelos homossexuais devido à homofobia, pressionando constantemente o governo chileno para o desenvolvimento e aprovação de uma lei que criminalize a discriminação contra estes grupos.
A nível internacional.

Existem inúmeras organizações a nível internacional, mas uma das mais importantes é a seguinte.
Melhora, criou projectos importantes

Este é um projecto criado internacionalmente para apoiar e encorajar os jovens pertencentes a grupos LGBT em todo o mundo, enviando uma mensagem constante de esperança de que as coisas vão melhorar, como o seu projecto é chamado.

Além disso, este projecto centra-se no estudo e comunicação das mudanças necessárias para melhorar a qualidade de vida destes grupos.

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Quais são os direitos de trabalho da comunidade trans? https://escrevergay.com/quais-sao-os-direitos-de-trabalho-da-comunidade-trans/ https://escrevergay.com/quais-sao-os-direitos-de-trabalho-da-comunidade-trans/#respond Sun, 01 Mar 2020 20:51:48 +0000 https://escrevergay.com/?p=100 Direitos trabalhistas comunitários trans A manutenção de empregos estáveis é um feito no mundo dos transgêneros, devido ao conflito cultural que eles têm com o resto da sociedade, o que gerou um ambiente de instabilidade em todos os níveis para essas comunidades, especialmente no local de trabalho. Os problemas que tendem a ocorrer com mais …

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Direitos trabalhistas comunitários trans

A manutenção de empregos estáveis é um feito no mundo dos transgêneros, devido ao conflito cultural que eles têm com o resto da sociedade, o que gerou um ambiente de instabilidade em todos os níveis para essas comunidades, especialmente no local de trabalho.

Os problemas que tendem a ocorrer com mais freqüência quando uma pessoa transgênero está trabalhando são

Em algumas ocasiões, um homem identificado como mulher vai querer usar o banheiro da mulher, o que pode causar uma reação desfavorável da clientela, especialmente porque a mulher é delicada com seus hábitos pessoais de saúde.

No caso das mulheres que se percebem como homens, o fato de usar o quarto dos homens não teve um grande impacto, pois é o contrário, mas algumas pessoas trans, especialmente os homens, são alvo de múltiplos ataques injustos devido à sua tendência sexual.

Por outro lado, a pessoa identificada como transexual é freqüentemente abusada por outros, não apenas pela clientela, que pode ser homofóbica ou transfóbica, mas também pelo próprio pessoal, que é desenvolvido em um ambiente onde há certos critérios ou valores que separam ou segregam a homossexualidade ou identidade de gênero.

De outro ponto de vista, mais legal, em termos de benefícios de saúde, o pessoal trans freqüentemente é deslocado e negado os serviços prestados ao pessoal ou recursos humanos, tudo na tentativa de estabelecer demissão indireta ou como uma intenção discriminatória para este tipo de pessoa.

trans

O desafio do emprego para a comunidade trans

Muitas pessoas na sociedade se definem por seus empregos, que cuidam com muito amor e exercem com muito entusiasmo. No mundo dos transexuais isso pode ser um grande desafio, pois o simples fato de ter um emprego representa uma conquista devido à discriminação contra essas comunidades.

Ser demitido de um emprego, além de receber abuso psicológico e verbal diário, pode causar sérios danos psicológicos à vida da pessoa transgênero, pois é um ataque direto a seus valores e à identidade autopercebida do sujeito.

De acordo com alguns números tomados para o ano de 2011, 90% da comunidade trans alega ter sido vítima de ataques pessoais ou bullying contra eles por causa de sua autodeterminação de gênero, cerca de 25% desta comunidade alega ter perdido seu emprego só porque são diferentes ou notificam sua preferência sexual e gênero.

Devido a estes números, foi determinado que uma grande parte da população trans é suscetível ao uso de drogas e álcool devido à depressão, outra parte da população sofre de sérios problemas para encontrar um lar, enquanto outra grande parte recorre à prostituição.

O trabalho mais comum nas comunidades trans é a prostituição, devido a seu lucro e ao ambiente permissivo, que geralmente é íntimo e imediato ao fazer negócios, sendo muito menos um alvo de discriminação do que os empregos normais.

Por outro lado, embora a prostituição não traga benefícios, ela traz lucro suficiente para pagar as contas de assistência médica e moradia, tais como serviços públicos ou aluguel.

Objetivo das Leis Trabalhistas Transnacionais

Alguns dos objetivos mais fundamentais são alcançar um ambiente agradável e equilibrado para que as comunidades trans possam trabalhar em paz, sem serem atacadas pela sociedade ou pelos próprios empregadores.

Criminalizar a transfobia, enquadrada sob a figura dos crimes de ódio ou discriminação transfóbica, entre outros fatores, incentiva os direitos das pessoas trans que incluem benefícios de emprego e proteção da integridade pessoal das comunidades LGBT.

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Que políticas sociais existem para as comunidades no Brasil? https://escrevergay.com/que-politicas-sociais-existem-para-as-comunidades-no-brasil/ https://escrevergay.com/que-politicas-sociais-existem-para-as-comunidades-no-brasil/#respond Fri, 27 Dec 2019 15:28:23 +0000 https://escrevergay.com/?p=46 Política social para as comunidades LGBT Actualmente, foi estabelecido um caminho para ajudar e proteger os direitos das comunidades LGBT, e os países do norte do continente estabeleceram importantes avanços nesta área, antes dos países da América Latina. No entanto, na última década, muitos avanços foram estabelecidos que contribuíram para a defesa e tolerância dos …

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Política social para as comunidades LGBT

Actualmente, foi estabelecido um caminho para ajudar e proteger os direitos das comunidades LGBT, e os países do norte do continente estabeleceram importantes avanços nesta área, antes dos países da América Latina.

No entanto, na última década, muitos avanços foram estabelecidos que contribuíram para a defesa e tolerância dos grupos LGBT.

Entre alguns dos exemplos mais importantes estão as políticas implementadas pela Argentina e Uruguai, que foram tomadas como referência em alguns países do primeiro mundo.

As políticas públicas estabelecidas em cada país separadamente, projectadas através de iniciativas, planos, princípios ou programas sociais, são o resultado da pressão destes grupos ou movimentos organizados, influenciando directamente as reuniões governamentais e os seus planos.

Esta iniciativa trouxe respostas importantes em termos de protecção, bem-estar económico, preservação cultural, e outros factores que são benéficos não só para os grupos LGBT associados, mas também para vários níveis sociais da população.

Como podem funcionar as políticas públicas?

O estabelecimento destas políticas funciona bem se estudarem e se se basearem nas desigualdades apresentadas pelas pessoas com diversidade sexual.

Entre as mais importantes está a exclusão social devido ao facto de se declararem sob outra identidade de género.

Ao estudar o princípio de equidade na lei em relação às sociedades, pode facilmente determinar-se que os grupos LGBT são directamente afectados pela discriminação e rejeição.

Isto é particularmente verdade no local de trabalho, onde causa danos à propriedade e perda de rendimentos para os membros.

Em toda a região da América Latina, é possível observar um padrão muito variado de sociedades e tendências culturais.

O facto histórico que influenciou profundamente a América Latina, gerando múltiplas culturas derivadas da colonização, influenciou directamente as comunidades LGBT e o seu ambiente, uma vez que cada país gere um corpo de leis bastante diferente.

Vale a pena mencionar que o continente latino-americano tem visto um aumento da tolerância para com as comunidades LGBT, devido a várias leis judiciais, políticas sociais e movimentos políticos gerados especialmente na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, México, Colômbia, Costa Rica e Uruguai.

leyes

Políticas sociais sobre LGBT no Brasil

Entre as políticas mais importantes está o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo desde 2004, sendo consagrado como legal ao abrigo do conceito de casamento igual até 2013.

No que diz respeito à adopção, os casais homossexuais podem adquirir uma criança para adopção, um direito garantido pelo poder judicial. Além disso, há um projecto de lei em curso para criminalizar e atacar o sentimento homofóbico no país.

No entanto, tem havido um contínuo atraso na sua discussão, e o projecto de lei tem sido atacado muitas vezes por vários deputados, representando grupos conservadores e religiosos.

Estes grupos têm uma base ampla e estão determinados a opor-se à implementação de melhorias e políticas tolerantes aos grupos LGBT, porque atacam os seus critérios e os valores estabelecidos como correctos no status quo. Os níveis de homofobia no Brasil estão também a um nível perigoso, e este projecto de lei poderia levar à prisão de muitas pessoas que não aceitam ou toleram as tendências de diversidade de género devido às suas opiniões conservadoras.

Para o ano 2013, foram registados no Brasil 312 homicídios de gays, travestis e lésbicas, calculando uma taxa de uma morte a cada 28 horas, este cálculo foi no entanto apresentado como melhor em comparação com o ano 2012, cujo gráfico era um pouco mais elevado.

Um factor importante que ajudou à integração destas comunidades LGBT foi a organização do Fórum Nacional de Gestores de Políticas Públicas Estatais e Municipais para a População Lésbica, Gay e Bissexual.

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Existem leis de identidade no Brasil https://escrevergay.com/existem-leis-de-identidade-no-brasil/ https://escrevergay.com/existem-leis-de-identidade-no-brasil/#respond Thu, 21 Feb 2019 20:28:27 +0000 https://escrevergay.com/?p=87 Entende-se que no Brasil, os gays, bissexuais, pansexuais, homossexuais e transgêneros, em suma, as comunidades LGBT, gozam dos mesmos direitos estabelecidos que as pessoas comuns, exceto por diferenças sutis e vazios legais que ainda não foram resolvidos. Quais são as leis de identidade que existem no Brasil? Um dos aspectos mais importantes resolvidos para as …

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Entende-se que no Brasil, os gays, bissexuais, pansexuais, homossexuais e transgêneros, em suma, as comunidades LGBT, gozam dos mesmos direitos estabelecidos que as pessoas comuns, exceto por diferenças sutis e vazios legais que ainda não foram resolvidos.

Quais são as leis de identidade que existem no Brasil?

Um dos aspectos mais importantes resolvidos para as comunidades LGBT foi a classificação de casamento igualitário, permitindo que se unissem legalmente em casamento, legalizada desde maio de 2013.

Até 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal brasileiro obteve uma maioria de votos para conceder aos casais do mesmo sexo os mesmos direitos que os casais comuns já previstos na lei, o que é um passo adiante na tolerância e proteção do casamento igualitário.

Esta decisão foi aprovada com um mínimo de abstenções e um voto de 10 a 0, razão da única abstenção por parte de um juiz devido a suas relações públicas, na qual ele declarou publicamente a favor de casais do mesmo sexo na época em que era Procurador Geral da República.

Isto implica que as relações estáveis legalmente unidas devem ter os mesmos direitos que os casamentos de sexos diferentes, aqueles considerados comuns no status quo.

Como resultado deste memorável evento, até 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional do Brasil legalizará o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país, obtendo um voto de 14 para 1, emitindo uma decisão que obriga todos os registros civis do país a registrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Tudo isso para transformar uma união sentimental do mesmo sexo em um casamento de desejo dos cônjuges, para aquele momento o presidente do conselho de justiça e da suprema corte federal era Joaquim Barbosa, que menciona que os notários não podiam se recusar a realizar tais uniões.

Nessa data, a decisão do tribunal é publicada em 15 de maio, para entrar em vigor no dia seguinte a 2013.

pilotica

Direitos LGBT no Brasil hoje

A lista contendo os direitos das comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros no Brasil tem crescido constantemente, especialmente desde o fim da ditadura militar, em 1985.

Após este outono, a nova constituição brasileira foi criada em 1988, declarando-se um estado democrático e abrindo as portas para uma mente mais universal.

Em conclusão, nenhuma lei de identidade como tal é contemplada, mas sim vários benefícios são contemplados para estas comunidades, no interesse de estabelecer igualdade e equilíbrio social.

Para 2009, foi realizada uma pesquisa em 10 grandes cidades do Brasil, e os dados obtidos revelaram que 7% dos homens são gays e 3% são bissexuais, revelando que 10% da população masculina desfruta da diversidade de gênero e orientação homossexual auto-percebida.

No caso das mulheres, pesquisas revelam que a população lésbica brasileira era de 5% e as mulheres bissexuais de 1,3%, o que dá um total de 6,3% de mulheres com orientação homossexual e diversidade de gênero autopercebida.

Curiosidades das comunidades LGBT no Brasil

De acordo com os registros do Guinness, para 2009 em diante, a marcha do orgulho gay em São Paulo é a maior do mundo e, segundo um censo de 2010, existem mais de 70.000 casais homossexuais no país.

Por outro lado, entende-se que até o momento existem mais de 400 organizações LGBT no Brasil, destinadas a apoiar e proteger as famílias LGBT em todo o país. Além disso, até 2017, de acordo com pesquisas, as comunidades LGBT contarão com o apoio de mais de 70% da população.

Entretanto, deve ser observado que o Brasil é um dos países com o maior número de assassinatos de membros de grupos LGBT do mundo. Até 2017, entende-se que mais de 380 assassinatos terão ocorrido contra membros desta comunidade.

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Política do Brasil em relação à comunidade LGBTIQ https://escrevergay.com/politica-do-brasil-em-relacao-a-comunidade-lgbtiq/ https://escrevergay.com/politica-do-brasil-em-relacao-a-comunidade-lgbtiq/#respond Tue, 02 Oct 2018 15:23:23 +0000 https://escrevergay.com/?p=22 O Brasil deu grandes passos nos últimos anos no desenvolvimento de uma política LGBTIQ positiva para proteger seus cidadãos da violência e da discriminação. Esta política brasileira tem como foco o bullying e o assédio nas escolas. Existe discriminação contra a comunidade LGBTIQ no Brasil? Em 5 de janeiro de 2013, a presidente do Brasil, …

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O Brasil deu grandes passos nos últimos anos no desenvolvimento de uma política LGBTIQ positiva para proteger seus cidadãos da violência e da discriminação. Esta política brasileira tem como foco o bullying e o assédio nas escolas.

Existe discriminação contra a comunidade LGBTIQ no Brasil?

Em 5 de janeiro de 2013, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, assinou um projeto de lei que efetivamente proíbe a discriminação contra a comunidade LGBTIQ. A lei amplia a política de “integração racial e sexual” que foi introduzida pelo governo anterior. A nova lei também estabelece que as escolas devem implementar uma política que proteja os direitos dos alunos contra o assédio sexual e racial.

“LGBTIQ” é um termo hoje comumente usado pelos brasileiros para se referir a homossexuais, bissexuais, intersexuais (LGBTI) e transgêneros. Como tal, a política brasileira LGBTIQ tornou-se muito popular, levando a um aumento no número de pessoas que saem como gays ou bissexuais para sua família e amigos.

Um dos principais objetivos do governo brasileiro é promover a tolerância. Uma das medidas para fazer isso é abordar a questão do bullying e do assédio nas escolas. Assim, os objetivos do governo de garantir que todas as crianças sejam tratadas de forma igual e possam participar de eventos, clubes esportivos e sem medo de abuso físico e sexual.

No dia 5 de janeiro de 2020, no encerramento da Assembléia Geral Anual da Comissão de Direitos Humanos de 2020, a Presidente, Comissária Federal de Direitos Humanos Maria do Rosário Pinto-Vidal foi convidada a proferir um discurso. Como tal, o Presidente dedicou o discurso à comunidade LGBTIQ, especialmente aqueles que foram vítimas de violência social. Ele também destacou a importância da discussão que deve ocorrer nos próximos meses como forma de garantir que todas as pessoas possam participar da sociedade brasileira e sem medo.

O Brasil é um grande país com milhões de pessoas. Como tal, a comunidade LGBTIQ no país há muito tempo é alvo de violência e discriminação. Apesar de muitos acreditarem que o Brasil é uma sociedade aberta, há muitos elementos conservadores que continuam a discriminar a comunidade LGBTIQ.

Isso deixa um grande número de brasileiros não só se sentindo marginalizados, mas em alguns casos à medida que a taxa de mortalidade aumenta. Apesar da consciência do governo de que a homofobia é um problema, pouco progresso tem sido feito na abordagem deste fato. Na verdade, num esforço para promover a tolerância para com a comunidade LGBTIQ, o governo está revendo e revisando sua legislação existente para proteger este grupo.

Brasil

Políticas e leis para a comunidade LGBTIQ

Para evitar mais tragédias, o governo desenvolveu uma série de políticas e leis que ajudam a proteger os direitos da comunidade LGBTIQ no Brasil. Essas políticas incluem a política de “integração racial e sexual”. Tem como objetivo eliminar medidas discriminatórias que impedem a participação de homossexuais em atividades esportivas e outras atividades. Também aborda situações em que o governo emite multas por descumprimento das regras de uma organização que discrimina gays e lésbicas.

A política de “integração racial e sexual” abrange uma série de questões sociais que afetam as pessoas da comunidade LGBTIQ no Brasil. Por exemplo, descreve o direito dos brasileiros de participar de relacionamentos “normais” sem recorrer ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Além disso, a política de “integração racial e sexual” reconhece que existem diferenças de cultura e identidade racial entre os brasileiros. As políticas visam promover um ambiente onde todos possam participar e desfrutar da cultura brasileira sem discriminação.

A política de “integração racial e sexual” visa proporcionar igualdade de oportunidades a todas as pessoas, inclusive aquelas que não se identificam como gays, lésbicas, bissexuais ou transgêneros. Esta política visa capacitar as pessoas a participar de esportes e outras atividades, independentemente de raça, cor, sexo ou orientação sexual. A política brasileira é uma das primeiras do mundo a fazer isso.

A legislação brasileira evoluiu para proteger os direitos da comunidade LGBTIQ e evitar novas tragédias como a que ocorreu no ano passado no nordeste da cidade de Goiânia. Este é um passo importante para a eliminação deste tipo de tragédia que se repete no futuro.

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