Como é ser um transgênero em uma favela?

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Ser um trans em uma favela no Brasil.

As favelas são entendidas como assentamentos informais sem direitos de propriedade. Em outros países, são freqüentemente chamadas de invasões, que é a ocupação sem direitos de espaços não totalmente regulamentados pela jurisdição do Estado.

Estes lugares têm várias características, a mais importante das quais é a falta de acesso aos serviços vitais do Estado, construídos em um aglomerado com uma qualidade abaixo do padrão contemplado na construção civil.

Por outro lado, as favelas sofrem com a falta de infra-estrutura básica, serviços públicos e organizações sociais, geralmente localizadas em áreas não adequadas para a construção adequada ou com condições ambientais adversas.

Estes lugares são em sua maioria ocupados ou construídos por pessoas pobres que não têm sua própria entrada ou subsídio, e estão acostumadas a construir uma estrada improvisada sem a proteção de suas bases governamentais ou educacionais.

Embora as favelas não possuam serviços públicos, elas oferecem uma certa proximidade com a infra-estrutura de emprego, lojas e o sistema urbano.

Vida transgênero nas favelas

Hoje as favelas estão muito avançadas, a ponto de muitos lugares já desfrutarem de alguns serviços públicos e acesso à educação e ao trabalho, naturalmente saindo do local e entrando na infra-estrutura normal da cidade, utilizando o serviço de transporte mais próximo possível.

Junto com a infra-estrutura, cresce o número de habitantes e a diversidade cultural do lugar, incluindo as tendências sociais, políticas, culturais e sexuais que existem.

De acordo com testemunhos dados por Gilmara Cunha e Graham McGeoch, dois ativistas das comunidades LGBT.

Eles explicam que a vida de uma pessoa trans nas favelas é muito difícil, deve-se notar que a vida nas favelas é difícil para todos, pois eles estão sujeitos a buscar serviços fundamentais aliados a um futuro, sem acesso direto à educação ou mesmo ao transporte público.

O assédio e uma atitude de desprezo estão na ordem do dia e isso pode levar a um endurecimento do caráter por parte das pessoas trans que vivem nas favelas, pois muitas vezes são alvo de críticas e até mesmo de ataques violentos por diversão ou discriminação de alguns anti-sociais que vivem localmente.
Apesar disso, a atmosfera nas favelas é muito semelhante para a maioria das pessoas, que vivem com medo constante de atividades criminosas e brutalidade policial, com eventos muito comuns de tiroteios ou cenas de violência extrema.

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As pessoas trans hoje

Hoje, com o passar do tempo, as comunidades trans são mais unidas e têm até mesmo movimentos sociais organizados para se protegerem umas às outras.

Entende-se que há um abuso por parte dos novos movimentos democráticos, entende-se que a democracia totalitária do país está matando as comunidades trans, em um momento da história do Brasil, estas comunidades sofreram grandes abusos.

Além disso, foi dito abertamente que os homossexuais ou pessoas trans não tinham direito à vida, a adquirir propriedade ou a funcionar livremente na sociedade, criando um ambiente de conflito entre várias comunidades nas favelas, que se permitiam ser diretamente influenciados pela influência política e pela opinião pública.

Hoje em dia, em sua maioria, já se acabou, há mais tolerância, além da criminalização do casamento homossexual e da criminalização da homofobia, fatores de grande importância para o avanço e entendimento entre as comunidades trans com o resto da população.

Entretanto, o Brasil ainda é o país com a maior taxa de assassinatos de membros LGBT do mundo, uma taxa que ainda está em vias de ser resolvida.

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