Quais são os direitos de trabalho da comunidade trans?

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Direitos trabalhistas comunitários trans

A manutenção de empregos estáveis é um feito no mundo dos transgêneros, devido ao conflito cultural que eles têm com o resto da sociedade, o que gerou um ambiente de instabilidade em todos os níveis para essas comunidades, especialmente no local de trabalho.

Os problemas que tendem a ocorrer com mais freqüência quando uma pessoa transgênero está trabalhando são

Em algumas ocasiões, um homem identificado como mulher vai querer usar o banheiro da mulher, o que pode causar uma reação desfavorável da clientela, especialmente porque a mulher é delicada com seus hábitos pessoais de saúde.

No caso das mulheres que se percebem como homens, o fato de usar o quarto dos homens não teve um grande impacto, pois é o contrário, mas algumas pessoas trans, especialmente os homens, são alvo de múltiplos ataques injustos devido à sua tendência sexual.

Por outro lado, a pessoa identificada como transexual é freqüentemente abusada por outros, não apenas pela clientela, que pode ser homofóbica ou transfóbica, mas também pelo próprio pessoal, que é desenvolvido em um ambiente onde há certos critérios ou valores que separam ou segregam a homossexualidade ou identidade de gênero.

De outro ponto de vista, mais legal, em termos de benefícios de saúde, o pessoal trans freqüentemente é deslocado e negado os serviços prestados ao pessoal ou recursos humanos, tudo na tentativa de estabelecer demissão indireta ou como uma intenção discriminatória para este tipo de pessoa.

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O desafio do emprego para a comunidade trans

Muitas pessoas na sociedade se definem por seus empregos, que cuidam com muito amor e exercem com muito entusiasmo. No mundo dos transexuais isso pode ser um grande desafio, pois o simples fato de ter um emprego representa uma conquista devido à discriminação contra essas comunidades.

Ser demitido de um emprego, além de receber abuso psicológico e verbal diário, pode causar sérios danos psicológicos à vida da pessoa transgênero, pois é um ataque direto a seus valores e à identidade autopercebida do sujeito.

De acordo com alguns números tomados para o ano de 2011, 90% da comunidade trans alega ter sido vítima de ataques pessoais ou bullying contra eles por causa de sua autodeterminação de gênero, cerca de 25% desta comunidade alega ter perdido seu emprego só porque são diferentes ou notificam sua preferência sexual e gênero.

Devido a estes números, foi determinado que uma grande parte da população trans é suscetível ao uso de drogas e álcool devido à depressão, outra parte da população sofre de sérios problemas para encontrar um lar, enquanto outra grande parte recorre à prostituição.

O trabalho mais comum nas comunidades trans é a prostituição, devido a seu lucro e ao ambiente permissivo, que geralmente é íntimo e imediato ao fazer negócios, sendo muito menos um alvo de discriminação do que os empregos normais.

Por outro lado, embora a prostituição não traga benefícios, ela traz lucro suficiente para pagar as contas de assistência médica e moradia, tais como serviços públicos ou aluguel.

Objetivo das Leis Trabalhistas Transnacionais

Alguns dos objetivos mais fundamentais são alcançar um ambiente agradável e equilibrado para que as comunidades trans possam trabalhar em paz, sem serem atacadas pela sociedade ou pelos próprios empregadores.

Criminalizar a transfobia, enquadrada sob a figura dos crimes de ódio ou discriminação transfóbica, entre outros fatores, incentiva os direitos das pessoas trans que incluem benefícios de emprego e proteção da integridade pessoal das comunidades LGBT.

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